Arquivos mensais: junho 2018

Paz e harmonia no São João da Bahia em 2018

São João da Bahia 2018

Foram mais de 18.000 mil homens e mulheres empenhados em garantir a paz nessa que é a festa genuinamente nordestina. O São João da Bahia aconteceu em paz e harmonia, com a Polícia Militar da Bahia se afirmando mais uma vez como uma referência na segurança de eventos dessa natureza.

Registramos absoluta tranquilidade nas festas juninas em todos os municípios baianos – sejam aqueles com grandes espetáculos de nível nacional, sejam aqueles em que a população comemora com a tradicional e familiar fogueira na frente de casa.

“Uma das grandes notícias do período foi o registro de redução em 60% dos acidentes nas estradas.”

Em um trabalho integrado com as demais organizações públicas, cada policial militar construiu as condições de segurança para que você curtisse sem preocupações.

Uma das grandes notícias do período foi o registro de redução em 60% dos acidentes nas estradas. Mais de 5.000 mil veículos foram abordados, com o apoio de cidadãos e cidadãs que cada vez mais compreendem a importância da colaboração com a atuação policial-militar.

Só nos resta agradecer o profissionalismo e a abnegação de policiais militares que deixaram de usufruir o São João com suas famílias para nos presentear com um final de semana junino de tranquilidade.

O Comando da Corporação agradece, e a sociedade baiana também!

Patriotismo e Copa do Mundo

Patriotismo e Copa do Mundo

A Copa do Mundo sempre é um momento especial para celebrarmos o orgulho de ser brasileiro e a nossa identidade como Nação. Nós, militares, praticamos os valores do patriotismo cotidianamente nos nossos quartéis, e ver esses valores disseminados na sociedade é animador.

Mesmo passando por um momento de desafios em vários campos da vida pública brasileira, creio ser importante praticar a celebração patriótica quando nos exibimos ao mundo através do futebol – um esporte coletivo, que em si já trás valores de união, superação, criatividade e disciplina.

“Nós, militares, praticamos os valores do patriotismo cotidianamente nos nossos quartéis.”

Independentemente do que ocorra em outros campos institucionais no país, nossa seleção estará lá, representando o Brasil, e, portanto, os brasileiros. Por que nos negarmos à alegria e à torcida?

Orgulhar-se do Brasil na Copa do Mundo é, inclusive, um ato de contraposição àqueles que não trabalham por um país digno, afinal, torcemos por um Brasil de excelência, que chame a atenção do mundo pela genialidade que encontra no futebol apenas um exemplo.

Torcer pelo Brasil na Copa do Mundo não é piegas nem alienação. É afirmar uma Nação de sucesso possível em diversas áreas, vide o que há tantos anos fazemos no futebol.

A vida do Policial Militar

A Vida do Policial Militar

Toda vida é preciosa e inestimável, e deve ser defendida com todos os recursos que a sociedade e o Estado dispõem. Quando falamos das vidas dos policiais militares adiciona-se a esse cenário o elemento simbólico, já que, como guardiões da própria sociedade, somos os agentes que socorrem aqueles que estão em situação de risco e vulnerabilidade.

Por isso não podemos tolerar qualquer investida contra policiais, estando ou não de serviço, que tem como consequência óbvia a investida contra a própria sociedade e contra o Estado de Direito. Quando um policial é vítima de um assassinato, a lesão à ordem social é grave, e os responsáveis devem ser responsabilizados e punidos com o rigor da Lei, com o máximo de eficiência possível.

Todos nós, policiais ou não, estamos inseridos numa sociedade que possui dinâmicas complexas, que tem gerado violência bem além do aceitável. A Polícia Militar é parte de um sistema amplo, multifacetado, que busca prevenir a ocorrência de crimes e garantir a paz social que todos almejamos.

Quando um policial é vítima de um assassinato, a lesão à ordem social é grave, e os responsáveis devem ser responsabilizados e punidos com o rigor da Lei com o máximo de eficiência possível.

Problemas que passam pelos valores sociais e familiares, pelos desafios econômicos, pela legislação vigente e pela relação entre os diversos entes estatais (em todas as instâncias) geram um estado de coisas onde a Polícia Militar se insere com máxima dedicação, prevenindo e reprimindo de maneira qualificada aqueles que tentam insurgir-se contra a legalidade.

Os homens e mulheres que somam-se a esse esforço benigno não podem estar vulneráveis à ação de criminosos de qualquer espécie. Por isso, como Comandante Geral da Polícia Militar da Bahia, trabalho incansavelmente para que nossa tropa tenha condições de trabalho, segurança e legitimidade para atuar.

Quando um policial militar é vitimado não poupamos esforços, com todo o apoio e estrutura logística e de inteligência do Governo do Estado e da Secretaria da Segurança Pública, para que a resposta proporcional seja dada.

Perder um policial, para este Comandante, é perder um filho. Para a sociedade, é perder um escudeiro. Não há quem ganhe com isso. Daí porque é intolerável e inaceitável.